SUSTENTABILIDADE

Empresários de 15 países estão no Acre para conhecerem o potencial econômico da Amazônia

Os empreendedores conheceram como funciona a extração de produtos da região


Empresários de 15 países estão no Acre para participarem do Exporta Mais Amazônia, para avaliarem o potencial econômico e social da floresta Amazônica. Vinte empresários estiveram neste domingo, 26, no município de Xapuri, na comunidade Rio Branco, localizada na Reserva Extrativista Chico Mendes. A participação dos empresários na exposição, foi um empreendimento da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Os empreendedores conheceram como funciona a extração de produtos da região, como: o cultivo da seringueira, o processo de corte e a retirada do látex, a origem da castanha. Os estrangeiros, também conheceram o Sistema Agroflorestal (SAF), cultivado na comunidade com a plantação de milho, mandioca, frutas, verduras.

O gerente de Agronegócio da ApexBrasil, Laudemir Muller, ilustra que o objetivo da participação dos empresários é promover os produtos oriundos da floresta.

“A gente está com essa missão aqui porque faz parte do Exporta Mais Amazônia, que é uma iniciativa inédita da ApexBrasil Brasil, dentro do novo governo do presidente Lula, e da nova gestão do presidente Jorge Viana, onde nós vamos promover os produtos da floresta, os produtos da sociobiodiversidade do Brasil. Estamos fazendo isso dentro do programa com dois eixos de atuação, o primeiro é trazer compradores internacionais para que os empreendimentos da agricultura familiar, das cooperativas e as empresas da região, possam encontrar compradores e realizar negócios”, disse.

Foto: Jardy Lopes

Laudemir também destacou o Programa Mesa Executiva de Exportação da Castanha, lançado na abertura do Exporta Mais Amazônia.

“Com esse programa, vamos trabalhar uma política estruturada de promoção dessas cadeias produtivas, dos produtos compatíveis com a floresta, começando com a castanha, principalmente para a gente identificar quais são os gargalos que despotencializam a exportação, para podermos resolver e com isso aumentar as exportações, gerar mais renda, desenvolver a região, desenvolver a floresta com os produtos da sociobiodiversidade, mantendo a floresta em pé e gerando renda e emprego para a região, para a Amazônia e para o Brasil também crescer cada vez mais”, afirmou.